domingo, 28 de fevereiro de 2010

Oração pelo Chile...Mais um terremoto

Nas missas de ontem e hoje, em especial, estou solicitando a todos para rezarem pelo Chile e suas vítimas. Da nossa parte indiretamente é o que devemos fazer como cristãos. Podemos dizer que diretamente o nosso país já está se inteirando da situação, para mandar ajuda àquele país. De modo todo especial lembremo-nos de rezar pelas crianças, que nesse momento sofrem ainda mais por não saberem direito do acontecido, e também pela perda de seus familiares. Enfim, oremos.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Segundo Domingo da Quaresma - meditação

Evangelho do domingo: a voz da brisa

Por Dom Jesús Sanz Montes, ofm, arcebispo de Oviedo
OVIEDO, sexta-feira, 25 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- Apresentamos a meditação escrita por Dom Jesús Sanz Montes, OFM, arcebispo de Oviedo, administrador apostólico de Huesca e Jaca, sobre o Evangelho deste domingo (Lc 9, 28b-36), 2º da Quaresma.
Não é somente a voz do tentador que chega até nós. Há também outras vozes que o próprio Deus nos sussurra na hora da brisa. Esta é a belíssima cena do Evangelho deste domingo.
Em um entardecer qualquer, Jesus leva Pedro, João e Tiago ao Monte Tabor para orar. Talvez fosse a oração da tarde, como era costume entre os judeus. E então ocorre o inesperado. A tripla atitude diante do que aconteceu é tremendamente humana e nela podemos facilmente nos reconhecer: o cansaço, o delírio e o temor.
Também nós, como aqueles três discípulos, experimentamos um sopor cansativo diante da desproporção entre a grandeza de Deus e nosso permanecer como alheios (“estavam com muito sono”). Inclusive, ébrios da nossa desproporção, chegamos a delirar, e dizemos coisas que têm pouco a ver com a verdade de Deus e nossa própria verdade (“não sabia o que estava dizendo”). E quando, apesar de tudo, vemos que sua presença nos envolve a abraça, dando-nos o que não esperamos nem merecemos, então sentimos confusão, medo (“ficaram com medo ao entrarem dentro da nuvem”).
O Tabor, onde os três discípulos veriam a glória do Messias, é contraponto do Getsêmani, onde os mesmos se angustiarão diante da dor agônica do Redentor. Como âmbito exterior: a nuvem e a voz de Deus. Como mensagem: ouvir o Filho amado. Como testemunhas: Elias e Moisés, preparação da plena teofania de Deus na humanidade de Jesus Cristo.
Ouvir a palavra do Filho amado, derradeiro porta-voz das falas do Pai, foi também a mensagem no Batismo de Jesus: escutai o que Ele diz. Um imperativo salvador que brilha com luz própria na atitude de Maria: faça-se em mim segundo a tua palavra. Ela guardará a palavra em seu coração, ainda que não a entenda; e convidará os serventes de Caná a fazerem o que Jesus disser; e, por isso, Ele a chamará de bem-aventurada: por ouvir a Palavra de Deus cada dia e vivê-la. Inclusive ao pé da cruz, onde pendia a morte, Maria continuou fiel, pressentindo a pulsação ressuscitada da vida.
O delírio de Pedro, devedor do seu temor e do seu cansaço, proporá fazer do Tabor um oásis no qual descansar seus sonhos, entrar em sensatez e livrar-se dos seus medos. Mas Jesus convidará a descer ao vale do cotidiano, onde no cada dia somos reconciliados com o extraordinário e implacável realismo. A fidelidade de Deus continuará nos envolvendo, com nuvens ou sol, dirigindo-nos sua Palavra, que continuará ressoando na Igreja, no coração e na vida.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Iraque X Cristãos (parte 2)

Bento XVI pede mais segurança para cristãos do Iraque

Divulgada uma carta do cardeal Bertone ao primeiro-ministro iraquiano, Al-Maliki
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- Bento XVI está preocupado pela situação de contínua violência vivida no Iraque, onde, nos últimos dias, ocorreram homicídios de cristãos.
Somente ontem, três membros da mesma família foram assassinados em Mossul, cidade na qual se registra a maior parte dos crimes.
Sobre a situação, o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado, escreveu uma carta ao primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, no dia 2 de janeiro, afirmando que o pontífice “reza com fervor pelo final da violência e pede ao governo que faça todo o possível para aumentar a segurança ao redor dos lugares de culto em todo o país”.
No texto, divulgado hoje pela Santa Sé através do L’Osservatore Romano, o purpurado recordou a visita do primeiro-ministro ao Vaticano em 2008, durante a qual “se expressou a esperança comum de que, através do diálogo e da cooperação entre os grupos étnicos e religiosos do seu país, incluídas suas minorias, a República do Iraque estaria em grau de efetuar uma reconstrução moral e civil, no pleno respeito pela identidade própria desses grupos, em um espírito de reconciliação e na busca do bem comum”.
Nessa ocasião, o Papa exortou ao “respeito no Iraque pelo direito à liberdade de culto” e pediu “a tutela dos cristãos e das suas igrejas”.
“O senhor me assegurou que seu governo considerava seriamente a situação da minoria cristã que vive há tantos séculos junto à maioria muçulmana, contribuindo de forma considerável para o bem-estar econômico, cultural e social da nação.”
O cardeal Bertone sublinhou que o Papa lhe pediu que escrevesse ao primeiro-ministro iraquiano “para transmitir-lhe sua sincera solidariedade, a Sua Excelência e àqueles que foram mortos ou feridos na recente série de ataques a edifícios governamentais e lugares de culto no Iraque, tanto islâmicos como cristãos”.
O purpurado terminou sua carta expressando seu “apreço pelas numerosas iniciativas empreendidas em benefício de toda a comunidade iraquiana” e assegurando a Maliki sua “mais alta estima”.
O texto, segundo o jornal vaticano, foi difundido depois que o Papa ficou sabendo, “com profunda dor”, dos últimos assassinatos em Mossul.
O pontífice, que atualmente se encontra em exercícios espirituais, junto aos seus colaboradores da Cúria Romana, “está perto daqueles que sofrem as consequências da violência, com a oração e o afeto”.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Partilha

Hoje o dia foi de estudo intenso. Ao mesmo tempo foi de revisão do texto do meu primeiro livro, que está por vir. Olhei os pequenos detalhes do livro para uma melhor configuração, e ao mesmo tempo facilitar para os leitores. A capa já está definida. Apresentarei depois aqui nesse espaço. Conto com a oração de todos.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Pensando nas eleições antecipadamente

Brasil: Ficha Limpa deve valer já nas eleições de outubro

Movimento contra corrupção defende aplicação imediata das novas regras
BRASÍLIA, quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- Parlamentares e representantes do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) defenderam, durante a primeira audiência pública do grupo de trabalho que analisa o projeto Ficha Limpa, realizada nessa terça-feira, em Brasília, que as regras de inelegibilidade de candidatos condenados ou denunciados por crimes graves passem a valer já nas eleições de outubro.

Para os debatedores, deve ser incluído no texto um dispositivo que deixe claro o início da validade da lei, a fim de evitar que a norma seja questionada na Justiça em razão do princípio da anterioridade, segundo o qual as mudanças em regras eleitorais só terão validade um ano após a sua publicação; informa Agência Câmara.

"Não parece razoável deixar essas normas para as próximas eleições", disse o presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (Abramppe), Marlon Reis. A Abramppe é uma das 43 entidades que compõem o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, juntamente com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

A imediata aplicação das novas regras também foi defendida pelo relator do projeto, deputado Índio da Costa. "O ideal é que regras sejam aplicadas já nas eleições de 2010”, disse.

O grupo de trabalho voltou a se reunir nesta quarta-feira, na Câmara dos Deputados, para definir o cronograma de audiências públicas em outros estados. Até o dia 10 de março, os deputados deverão realizar debates em Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.

A proposta final deverá ser apresentada até o dia 17, e a votação em plenário está prevista para março.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Campanha da Fraternidade 2010 - Mensagem do Papa

Papa deseja sucesso à Campanha da Fraternidade no Brasil

Iniciativa traz como tema “Economia e vida”
BRASÍLIA, quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- Bento XVI saudou a Campanha da Fraternidade da Igreja no Brasil (CF), por meio de mensagem enviada ao presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), Dom Geraldo Lyrio Rocha.

A Campanha, aberta nessa quarta-feira, é realizada durante a Quaresma. Traz o tema “Economia e vida” e o lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro”.

Realizada de forma ecumênica pela terceira vez, a CF congrega cinco igrejas cristãs, membros do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, responsável pela Campanha de 2010.

Bento XVI desejou sucesso às Igrejas e Comunidades Eclesiais no Brasil “que, neste ano, decidiram unir seus esforços para reconciliar as pessoas com Deus, ajudando-as a se libertarem da escravidão do dinheiro”.

“Recordo que a escravidão ao dinheiro e a injustiça têm origem no coração do homem, onde se encontram os germes de uma misteriosa convivência com o mal.”

“Encorajo-vos a perseverar no testemunho do amor de Deus, do Filho de Deus que fez-Se homem, do homem agraciado com a vida de Deus, do único Bem que pode saciar o coração da gente”, escreve o Papa.

O CMI (Conselho Mundial de Igrejas), que reúne 349 igrejas em todo o mundo e mais de meio bilhão de cristãos, também manifestou seu apoio à Campanha da Fraternidade no Brasil.

Em mensagem, o CMI afirma que “está engajado nesta reflexão, questionando as interrelações entre riqueza e poder, que geram injustiça e pobreza, além de lesar gravemente a boa criação de Deus. Esta é, portanto, uma causa que mobiliza a família cristã não só no Brasil, mas ao redor do mundo todo”.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Rezemos pelo Papa

Porta-voz vaticano mostra como o Papa vive a Quaresma

Gestos pastorais inspirados pelo espírito penitencial
CIDADE DO VATICANO, domingo, 21 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- No momento em que Bento XVI entra em uma semana dedicada à oração e aos exercícios espirituais, o porta-voz da Santa Sé fala sobre como o Papa começou a Quaresma.
"Na sociedade secularizada, muitos já não sabem muito bem o que significa a Quaresma e como se deve viver. Se quisermos uma resposta clara e concreta, basta ver o que Bento XVI faz”, constata o padre Federico Lombardi S.J., diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé no editorial da última edição de "Octava Dies", semanário do Centro Televisivo Vaticano.
Deste modo, o porta-voz analisou os atos públicos que o bispo de Roma realizou nestes últimos dias, marcados no espírito quaresmal.

Caridade concreta

No dia 14 de fevereiro, antes de Quarta-Feira de Cinzas, visitou o albergue da Cáritas na estação ferroviária de Roma. “Pôde encontrar os pobres na cidade da qual é bispo: esteve com eles, apertou-lhes as mãos, olhou-nos nos olhos com comoção, teve para eles palavras de consolo e esperança. Caridade concreta”, constata o porta-voz.

Conversão e penitência

Nos dias 15 e 16 de fevereiro, reuniu-se com os bispos irlandeses e “rezou e compartilhou com eles a situação da Igreja em seu país, onde se registraram tantos pecados e tantos erros, e o escândalo pelos abusos sexuais por parte de sacerdotes feriu muitas pessoas e humilhou profundamente a Igreja. O Papa os alentou a implorar a misericórdia de Deus e o dom do Espírito para a renovação da Igreja. Conversão e penitência”.

Oração e escuta da Palavra

A 17 e 18 de fevereiro, o papa celebrou a liturgia penitencial, recebendo e impondo as cinzas, e depois manteve um encontro com os sacerdotes para ler e meditar uma página da Escritura. Ele o fez com sua costumeira profunda inteligência e sabedoria, ajudando-nos a voltar a encontrar a alegria, talvez perdida, da escuta da Palavra de Deus”, recorda o padre Lombardi.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Quaresma...tempo de reflexão (parte 2)

Num tempo de barulho e palavreado, atitude de escuta e silêncio na Quaresma

Mensagem de Dom António Vitalino para este tempo litúrgico
BEJA, sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- O presidente da Comissão Episcopal da Mobilidade Humana do episcopado português, Dom António Vitalino, pede aos fiéis que acrescentem às práticas tradicionais da Quaresma uma atitude de escuta e o silêncio.
Em mensagem para este tempo litúrgico, divulgada nesta sexta-feira, o bispo recorda que, “tradicionalmente e desde os tempos evangélicos, a Igreja recomenda durante a Quaresma a intensificação de três práticas significativas da seriedade do processo de conversão: a oração, o jejum e a esmola”.
“Esta trilogia, assumida livremente por amor a Cristo e aos irmãos mais carenciados, mantém o seu valor em ordem à nossa configuração a Cristo e ao nosso empenho solidário com todos os que sofrem.”
“Sentindo na nossa pele o sofrimento de Cristo e dos injustiçados deste mundo, crescemos na nossa identidade humana e cristã”, afirma.
Segundo o bispo, estas práticas quaresmais “nos ajudam a preparar-nos também para a nossa Páscoa, a nossa passagem duma vida efêmera, centrada em nós mesmos, para a plenitude da vida na caridade”.
No entanto, Dom António Vitalino pede que os católicos acrescentem a essas três práticas “a atitude de escuta e o silêncio, que fazem parte da oração autêntica, por muitos entendida apenas como vocal, de petição, e menos de admiração e contemplação do mistério de Deus e da vida”.
“Vivemos num tempo de barulho, de palavreado, de demagogia, de processos infindáveis, em que os sofismas das palavras procuram escamotear e ocultar os fatos, criando realidades virtuais contra as vítimas reais”, assinala.
“Precisamos de escutar os outros, sobretudo as vítimas, os que sofrem, as crianças e mães maltratadas, os pais de família desempregados, as vítimas do tráfico laboral, sexual e de órgãos.”
De acordo com o bispo, a oração da Igreja “ajuda-nos a cultivar estas atitudes de escuta, sensibilidade e compaixão com aqueles que continuam no presente a Paixão de Jesus, mas a quem falta a capacidade de oferta e doação manifestadas por Cristo”.
“Precisam de Cireneus que os ajudam a levar a cruz. Nesta companhia solidária contribuímos para realizar a justiça na sua plenitude”, afirma.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Quase pronto...

Gostaria de partilhar que o meu singelo livro está quase pronto. Faltam os últimos detalhes. Peço a todos que acompanhem esse momento importante, pois o livro servirá para toda a Igreja no Brasil. Boa noite a todos e todas.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Campanha da Fraternidade 2010

Igreja no Brasil inicia Campanha da Fraternidade

Edição ecumênica discute “Economia e Vida”
SÃO PAULO, quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- Cerca de 10 mil pessoas participaram na manhã desta quarta-feira de Cinzas, no Santuário de Aparecida, da missa de abertura da Campanha da Fraternidade (CF) da Igreja no Brasil, que se estende pela Quaresma, sob o tema “Economia e Vida”.
A celebração, que compreendeu bênção e imposição das cinzas, foi presidida pelo arcebispo local, Dom Raymundo Damasceno Assis. Em sua homilia, ele explicou o objetivo geral da CF 2010.
“Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão”, disse.
A CF, lançada em todo o Brasil, irá questionar como a fé cristã pode inspirar uma economia que seja dirigida para a satisfação das necessidades humanas e para a construção do bem comum, segundo informa a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
A Campanha é realizada por cinco Igrejas cristãs, membros do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs no Brasil (Conic). Além da Igreja Católica, participam do Conic a Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU), Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB) e Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia (ISO).
No centro das reflexões propostas pelas Igrejas está a concepção de uma economia a serviço da vida, no respeito à dignidade da pessoa humana e ao planeta Terra.
“O Conic não quer limitar-se a criticar sistemas econômicos. Principalmente, espera que a Campanha mobilize Igrejas e sociedade a dar respostas concretas às necessidades básicas das pessoas e à salvaguarda da natureza, a partir de mudanças pessoais, comunitárias e sociais, fundamentas em alternativas viáveis derivadas da visão de um mundo justo e solidário”, diz o texto base da Campanha.
Para alcançar os objetivos da CF, o Conic propõe como estratégias “denunciar a perversidade de todo modelo econômico que vise em primeiro lugar ao lucro”. Propõe ainda “educar para a prática de uma economia de solidariedade”, além de conclamar toda a sociedade “para ações sociais e políticas” que levem a uma economia de solidariedade.
O tempo da Quaresma, em que é realizada a Campanha da Fraternidade, favorece a conversão “social, eclesial, comunitária e pessoal”, destaca o Conic.

Quaresma...tempo de reflexão

Quarta-feira de Cinzas chegou. Para muitos foliões é de fazer chorar, como canta uma canção carnavalesca. Para nós cristãos é o início de um tempo penitencial, reflexivo, meditativo etc. Hoje somos convidados a entrarmos no santuário do coração e revermos por um longo período nossa vida de fé. Nesse dia somos chamados ao jejum e à abstinência tão importantes para a vida cristã. Vamos nos lembrar, em especial, de tantos irmãos e irmãs que não tem o que comer. Fazemos tanta questão por peixe nesse dia, embora sabemos que é o prato mais caro. Os dias de jejum e abstinência mais parecem dias de festa. Lembremo-nos dos sobreviventes do terremoto no Haiti, dos irmãos que vivem em meio às guerras na África e tantos outros. Que a quaresma nos ajude a pensarmos mais uns nos outros carinhosamente.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Bom carnaval...

Bom passei uns dias afastado da net. Tirei uns dias de descanso. Retornei antes do fim do carnaval. Espero q o carnaval esteja sendo bom pra todos. Aos que estão fazendo retiro, meu desejo de que aproveitem o máximo. Aos que estão participando da folia, meu desejo também de que se divirtam bastante. Claro, procurem se divertir com segurança, em todos os aspectos. A paz é necessária. Bom carnaval...

domingo, 7 de fevereiro de 2010

O problema da eutanasia

Bento XVI: a eutanásia mina a própria concepção de vida






Pede aos bispos escoceses que não cedam terreno sobre os princípios da Igreja







CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org). – Bento XVI pediu nesta sexta-feira aos bispos escoceses que defendam fielmente o Magistério da Igreja sobre a sacralidade da vida humana, especialmente no atual debate sobre a eutanásia e a manipulação de embriões.



Recebendo em visita "ad Limina" os onze bispos que constituem a Conferência Episcopal da Escócia, o Papa os advertiu contra a tentação de ceder nestas questões.



“Se o ensinamento da Igreja for comprometido, mesmo que ligeiramente, em uma dessas questões, então se tornará difícil defender a plenitude da doutrina católica de forma integral", disse-lhes ele.



Neste sentido, pediu aos prelados um compromisso de “envolver-se fortemente com os desafios apresentados pela crescente onda de secularismo que acomete seu país", em especial sobre a questão da eutanásia.



“O apoio à eutanásia atinge o âmago da concepção cristã de dignidade da vida humana”, afirmou o Papa.



Ele se referiu também à questão da biotecnologia. Afirmou que "os recentes desenvolvimentos no campo da ética médica e algumas práticas defendidas no campo da embriologia são motivo de preocupação".



Os bispos “devem continuamente exortar os fiéis a uma plena fidelidade ao Magistério da Igreja, sustentando e defendendo, ao mesmo tempo, o direito da Igreja de viver livremente na sociedade segundo suas próprias convicções".



Ao mesmo tempo, pediu que as posições da Igreja sejam apresentadas de forma positiva, como uma "mensagem de esperança", para que não sejam tomadas" como uma série de proibições e as posições retrógradas”.



Na verdade, a posição da Igreja é “criativa e promotora da vida”, “voltada para a mais plena realização do enorme potencial para o bem e para a felicidade que Deus dotou cada um de nós”.



“A Igreja oferece ao mundo uma visão positiva e inspiradora da vida humana, a beleza do matrimônio e da alegria da paternidade” - constatou . “Estando enraizada no amor infinito de Deus, transforma e enobrece a todos nós, abrindo nossos olhos para que reconheçamos e amemos a Sua imagem em nosso próximo”, concluiu.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Avançar para águas mais profundas...(Lc 5,4)

Depois de uma pausa por aqui estou retomando. Os últimos dias foram intensos e exigentes administrativamente, mas graças a Deus tudo está indo bem. Breve reflexão pessoal sobre a liturgia desse fim de semana. "AVANÇA PARA ÁGUAS MAIS PROFUNDAS, E LANÇAI VOSSAS REDES PARA A PESCA". Nesse fim de semana a liturgia nos convida a revermos, mais uma vez, alguns pontos da nossa fé. Em que acreditamos? São Paulo nos dará uma belíssima catequese sobre isso. A nossa fé está n'Aquele que deu ordem para avançar para águas profundas. Os pescadores, que mais tarde se tornarão discípulos, obedeceram. E nós, obedeceríamos?! Confiamos plenamento no Senhor? Diz o Evangelho que apanharam uma tamanha quantidade de peixes, que as redes se rompiam (Lc 5, 6). Vamos passar esse fim de semana meditando essa ordem do Senhor.