terça-feira, 20 de abril de 2010

Novo modo de pensar nos EUA

Pesquisa nos EUA mostra que pais querem menos sexo e drogas na TV

Estudo evidencia esforço para controlar ao que as crianças assistem
WASHINGTON, segunda-feira, 19 de abril de 2010 (ZENIT.org). – Um pesquisa recentemente divulgada nos EUA mostra que os pais estão preocupados com o que seus filhos assistem na televisão e querem mais ajuda para controlar a quantidade de sexo, violência e drogas nos programas a que as crianças assistem.



Estes foram os resultados de uma pesquisa que envolveu 500 pais de família, encomendada pela Conferência Episcopal do país.



Mais de 80% dos entrevistados disseram desejar um maior controle sobre os meios de comunicação, que mostram violência, sexo, consumo de drogas e álcool e linguagem censurável. Houve uma preocupação especial em destacar a necessidade de controle sobre cenas de abuso de álcool e consumo de drogas ilegais, uma vez que estes temas não costumam ser levados em consideração nas classificações.



Cerca de dois terços dos pais afirmaram acreditar que os controles seriam melhor empregados se contassem com os seguintes três fatores: uma melhor compreensão de como utilizar os controles, a capacidade de bloquear anúncios publicitários que considerassem inapropriados, e uma maior disponibilidade de produtos de multimídia dotados de sistemas de controle parental.



Os pais pediram ainda que a indústria de mídia os ajude a proteger as crianças, com três quartos dos entrevistados dizendo que a indústria poderia fazer mais neste sentido. 58% dos pais declararam esperar que o governo atue na questão.



Com base na pesquisa, especialistas da Conferência Episcopal propuseram uma série de recomendações.



Pedem que “haja uma ampliação dos sistemas de classificação de conteúdo, para que sejam inclusos não apenas conteúdo violento, sexual ou de linguagem chula, mas também o consumo de drogas ilegais, o abuso de álcool e o tabagismo, instando “os políticos e organismos de radiodifusão a desenvolverem recurso para capacitar os pais e demais espectadores a bloquearem anúncios de televisão não desejados, e a apoiarem iniciativas que promovam uma melhor utilização dos controles parentais na televisão”.



Dom Gabino Zavala, presidente da Comissão Episcopal para as Comunicações, assinalou que “a transição para a televisão digital oferece uma excelente oportunidade para dar às crianças uma proteção adicional”.



Mais informações no site (em inglês): www.usccb.org/comm/Parents-Hopes-Concerns-Impact-Media-on-Children.pdf

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