terça-feira, 29 de junho de 2010

Cristãos redescobrem Roma como símbolo de comunhão

Porta-voz da Santa Sé na festa de São Pedro e São Paulo
ROMA, segunda-feira, 28 de junho de 2010 (ZENIT.org). - Como há dois mil anos, Roma volta a ser um símbolo de comunhão para católicos e cristãos de outras confissões, afirma o porta-voz vaticano.



O Pe. Federico Lombardi SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, comentou o significado da "mais romana de todas as festas" no editorial do último número do Octava Dies, semanário do Centro Televisivo Vaticano.



"Efetivamente - disse o Pe. Lombardi -, Roma é o que é para a Igreja universal por ter sido o local do martírio e no qual se encontram os túmulos dos grandes apóstolos."



"Nesta festa vêm a Roma os nove arcebispos, nomeados durante o ano, para receber das mãos do Papa o ‘pálio' que usarão nas celebrações litúrgicas, como símbolo de sua união na condução de suas Igrejas."



"Os pálios são conservados no nicho mais próximo ao túmulo de Pedro, sob o altar central da Basílica, exatamente abaixo do vértice da cúpula, que indica o coração da comunhão da Igreja."



"Nesta festa - acrescentou -, comparece a Roma também uma delegação do Patriarca ecumênico de Constantinopla, para expressar a fraternidade entre as Igrejas Ortodoxa e Católica, na esperança de uma comunhão mais plena."



"A forte fé do Sucessor de Pedro e sua leitura dos eventos, guiada pelo Espírito, permanecem como a referência mais segura para quem deseja seguir Jesus Cristo, junto dos demais crentes", concluiu.

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