sábado, 31 de julho de 2010

Pedofilia só vira notícia quando ligada a sacerdotes. Por que?

Denúncia do especialista monsenhor Fortunato Di Noto
ROMA, quinta-feira, 29 de julho de 2010 (ZENIT.org) – A pedofilia somente é notícia quando está ligada aos sacerdotes, denuncia um dos protagonistas na luta contra esse crime, monsenhor Fortunato Di Noto.



Este sacerdote fundou uma associação que há mais de 20 anos luta pela tutela da infância contra a pedofilia, pornografia infantil e exploração sexual. Ele também é assessor de órgãos internacionais, inclusive agências da ONU.



A associação (Associazione Meter Onlus) realiza seu trabalho não só de forma repressiva mas também prevenindo e educando. Criou na Itália 15 centros de acolhida, formou 300 agentes para a defesa da infância, por meio da supervisão da internet e colaboração com as forças da polícia.



Como explica o sacerdote, a pedofilia é um crime, mas também uma máquina de fazer dinheiro, com uma promoção própria, que movimenta cifras de mais de 13 milhões de euros por ano e um total de mais de 200 mil menores envolvidos e abusados, entre os quais bebês de poucos dias até dois anos de idade.



Contudo, destaca Di Noto, grande parte da imprensa se escandaliza somente pelos sacerdotes pedófilos e não por este fenômeno de enormes proporções.



“O mais impressionante é que foi falado de pedofilia do clero mas não se fala, por exemplo, da pedofilia como fenômeno mundial. E o fenômeno mundial dos absuso sexuais está diante os olhos de todos”, afirmou o sacerdote a H2onews.org.



“O que me impressiona, e faz diferença, é que a mídia, provavelmente dirigida por lobbys da comunicação, quis falar mais disto e não da gravidade e da criminalidade contra as crianças, da gravidade da exploração sexual dos menores, da gravidade do turismo sexual infantil, da gravidade da venda de crianças e da gravidade da violação de crianças. Esta é a demonstração visível e espetacular de como alguns meios de comunicação, movidos por alguns lobbyes de pensamento, comunicam, às vezes, notícias falsas, não verificadas ou ainda manipuladas.”



Para o fundador da associação contra pedofilia, é preciso ter uma maior responsabilidade e atenção por parte dos pais e também mais atenção perante a difusão da pedofilia nas principais redes sociais.



"A pergunta é: por que na Itália há 180 mil menores de 13 anos que, sem autorização, estão inscritos no Facebook?". "Isso significa que há 180 mil famílias que não controlam o que estas crianças fazem".

Evangelho do domingo: "deus" dinheiro - 18 Domingo Tempo Comum

Por Dom Jesús Sanz Montes, ofm, arcebispo de Oviedo
OVIEDO, sexta-feira, 30 de julho de 2010 (ZENIT.org) - Apresentamos a meditação escrita por Dom Jesús Sanz Montes, OFM, arcebispo de Oviedo, administrador apostólico de Huesca e Jaca, sobre o Evangelho deste domingo (Lucas 12,13-21 ), 18º do Tempo Comum.

Alguém do público increpa Jesus para que sirva de mediador em uma discussão familiar a propósito da herança. Esse "poderoso cavalheiro, o senhor dinheiro", cupido de cobiça, é fortemente sedutor, e nas jaulas das suas iscas já caíram homens de todas as épocas.



Jesus pretende, muito além da disputa pontual que aquele episódio lhe apresentou, desmascarar a torpe chantagem que sempre supõe o deus dinheiro, o ídolo do ter, a falsa segurança de acumular. O conselho da parábola deste Evangelho - "descansa, come, bebe e regala-te" - parece ter sido corrigido e aumentado hoje em dia, assim como há 20 séculos, pelos conselhos hedonistas aos que nos empurram os adoradores dos novos bezerros de ouro: compre, consuma, troque, aspire, goze, desfrute...



Não é que Jesus Cristo e o cristianismo sejam tristes e entristecedores, estraga-prazeres da vida, mas alertam sobre a propaganda fácil de uma felicidade falsa.



Denuncia-se que, pouco a pouco, vamos todos acreditando que o problema da nossa felicidade depende do que tenho e do que acumulo. O problema vem quando retiramos a máscara do personagem e emerge a realidade da pessoa; o drama surge quando, no camarim da nossa intimidade, limpamos a maquiagem social e aparecem as rugas da nossa alma, que havíamos camuflado tão bem por baixo de tantas aparências.



E quando os profetas do consumo vão levando nossa insatisfeita sociedade ao jardim das delícias do deus dinheiro; e quando, alcançado o objetivo proposto de adquirir e desfrutar do que nos foi prometido, continuamos mastigando a tristeza e o vazio; e quando, nessa interminável espiral de ansiedade, constatamos que nos falta muito para viver felizes; e quando, entrando na jogada do consumo, do dinheiro e do prazer inumano, o que conseguimos geralmente é angústia, vaidade, enfrentamento, ansiedade, injustiças, desumanização... Então nós, cristãos, olhamos para Jesus, como aqueles outros fizeram há 2 mil anos, e acreditamos que a única riqueza que não mancha, nem corrompe, nem ofende, nem destrói, é essa da qual Ele falava: "não ajuntar tesouros para si mesmo, e sim ser rico para Deus".



Então, à luz deste Evangelho, compreendemos que Jesus efetivamente não é rival do que é bom, belo, gostoso, mas sim é implacável contra toda tentativa desumanizadora que pretende comprar e vender a felicidade e a realização sob uma bondade, uma beleza e uma alegria que são falsas, simplesmente falsas.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Artigo interessante do Padre Zezinho...leiam

17/07/2010


A ERA DO CRACK

Por crack entende-se “quebra”. Vem do inglês. Um galho que se quebra com alguém em cima dele faz crack. Nunca se espera coisa boa de um crack, seja ele de objeto de estimação, seja de galho onde estamos, seja de bolsa de valores.





O crack da bolsa de 1929 e o impasse econômico de 2008 foram frutos de dinheiro qualquer, oferecido de jeito qualquer para pessoa qualquer que não tinha como saldar. Emprestadores e tomadores de empréstimo deixaram-se levar pela urgência e pela falta de critérios. Aventuraram-se, arriscaram, jogaram e perderam.





De certa forma a droga crack é este passo urgente de quem quer chegar mais depressa, não se sabe aonde nem porquê. Semelhante é a aids que, nem sempre em todos os casos, mas em muitíssimos é o resultado um jogo chamado sexo sem proteção e sem cuidados, com parceiro qualquer de qualquer jeito urgente e sem maturidade. Não é por menos que todos os países, além de objetos que protejam, insistem na escolha de pessoa certa. A promiscuidade foi o crack do sexo depois dos anos 60, como já foi em eras prístinas.





A sociedade deu um passo mais avançados quando ligou o casamento ao amor e à escolha certa do parceiro ou da parceira. As pessoas, ao invés de serem dadas em casamento passaram a dar-se. Mas da mesma forma que havia promiscuidade quando se contraiam casamentos por interesse pecuniário e união de fortunas e, por isso, também de corpos, passou a haver promiscuidade quando as pessoas declaravam o fim de um ou vários casamentos por conta de beleza, sexo com alguém mais jovem, união com alguém socialmente mais interessante. O fim da fidelidade sacramentada pelo Estado possibilitou um crack assistido de casamentos juramentados e livremente contraídos. O contrato matrimonial passou a ser desfeito a partir do sentimento em baixa. Como no passado casamento não tinha muito a ver com amor porque fundamentado em fortunas, com o tempo passou a nada ter com fidelidade porque fundamentado em humores.





Excesso de retrocesso e de desajustes acaba em promiscuidade. Passa-se de um desajuste a outro desajuste, por conseguinte de uma a cinco ou seis uniões. O argumento é a felicidade pessoal. Não estando outra vez feliz com esta outra pessoa, a pessoa insatisfeita advoga o direito de tentar mais uma vez até encontrar alguém com quem se ajuste e seja feliz.



Trocar de parceiras com freqüência não é bom nem para o indivíduo, nem para os filhos nem para a sociedade; pior ainda, é transar sem transação de afeto, encontros que não nascem de uniões nem as visam, porque não haverá coabitação. De qualquer jeito, com qualquer um, a qualquer hora não é exercício da sexualidade: é crack. É como subir a dois em árvore desconhecida sem saber se os galhos resistirão... O ruim do quebra galho é que em geral o galho se quebra. Quem sobe depressa e sem cuidado corre maior risco de se machucar! O crack nas ruas, no leito e na política é esta pressa de novas sensações sem as devidas salvaguardas. Acaba em perda de critérios. Não deixa de ser triste que estejamos vivendo esta era e que as maiores vítimas tenham menos de 30 anos! É assassinato de uma geração!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Nomeação do Papa para o Brasil

NOMEAÇÃO do ordinário para o rito oriental dos FIÉIS RESIDENTES NO BRASIL E SEM RITUAL PRÓPRIO




Papa Bento XVI nomeou o ordinário para os católicos de rito oriental , que vivem no Brasil e na falta de próprio rito, S. E. Bispo Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo de Belo Horizonte , substituindo o Em. cardeal Eusébio Oscar Scheid , SCJ, Arcebispo Emérito de São Sebastião do Rio de Janeiro.



S.E. Bispo Walmor Oliveira de Azevedo



S.E. Bispo Walmor Oliveira de Azevedo nasceu 26 de abril de 1954 na cidade de Cocos , Diocese de Bom Jesus da Lapa, Estado da Bahia. Após completar seus estudos primários em Caetité tem cursos de filosofia e teologia no Seminário Santo Antônio da Arquidiocese Juiz de Fora. Em Roma, como aluno do Pontifício Colégio Pio Brasileiro , recebeu seu diploma em Ciências Bíblicas no Pontifício Instituto Bíblico (1977-1980) e uma licenciatura em Teologia Bíblica na Pontifícia Universidade Gregoriana (1985).



Em 09 de setembro de 1977 e foi ordenado sacerdote incardinado no clero de Juiz de Fora. Em seguida, ocupou os seguintes cargos : Coordenador da Escola de Teologia da Arquidiocese do seminário, formador , professor de exegese bíblica, padre da paróquia de Nossa Senhora da Conceição, Reitor da do seminário e professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro , Diretor do Departamento de Religiosos da Universidade Federal de Juiz de Fora, Membro do Conselho de Consultores da Arquidiocese.



Em 21 de janeiro de 1998 foi nomeado Bispo Titular de Caliabria e Bispo Auxiliar de São Salvador da Bahia, e recebeu a ordenação episcopal em 10 de Maio .



Em 28 de janeiro de 2004 foi promovido a arcebispo de Belo Horizonte.
[ 01071-01.01 ]
[ B0472 - XX.01 ]

quarta-feira, 28 de julho de 2010

A questão da união homossexual

No caso de pessoas do mesmo sexo, não temos nenhum “casamento”

Explica o arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer
SÃO PAULO, terça-feira, 27 de julho de 2010 (ZENIT.org) – Tratando-se de pessoas do mesmo sexo, “antes de tudo, não se deveria falar de ‘casamento’”.



É o que afirma o arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, ao comentar sobre a recente aprovação do “casamento” gay na Argentina, em entrevista ao jornal O São Paulo, dia 20 de junho.



Este conceito, casamento – afirma o arcebispo –, “é consagrado na linguagem e na cultura para indicar a união e o compromisso estável de duas pessoas de sexos diferentes; além disso, ‘casamento’ também tem inquestionável conotação religiosa na linguagem corrente”.



“No caso de pessoas do mesmo sexo, não temos nenhum ‘casamento’. Trata-se de outro tipo de união, acordo ou contrato”, explica o arcebispo.



Segundo Dom Odilo, se deveria falar, “de maneira mais apropriada, de ‘uniões civis’, ou de ‘reconhecimento legal’ de uniões de pessoas do mesmo sexo”.



“Essas uniões não podem ser equiparadas ao casamento entre pessoas de sexos diferentes, do qual decorre uma verdadeira família e também nascem filhos.”



O casamento “tem uma função antropológica e social muito diversa da união de pessoas do mesmo sexo”, afirma o cardeal.



Dom Odilo considera que a maneira como a questão vem sendo tratada “na legislação e nas atitudes culturais que daí decorrem certamente são uma ameaça ao casamento e à família, que deveriam merecer tratamento diferenciado por parte da sociedade e do Estado”.



“A família, no sentido tradicional, precisa ser protegida, promovida e favorecida, pois cumpre uma função social e antropológica inquestionável e insubstituível. Sem falar da função religiosa”, afirma.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Festa de Sant'Ana e São Joaquim

Hoje é dia Festivo. Comemoramos os pais de Maria e avós maternos de Jesus, segundo a tradição cristã. Significativa essa lembrança, pois nos mostra a profunda inserção do Filho de Deus em nosso meio. Com certeza deviam ser pessoas cheias de fé e agraciadas por Deus. Daí vem toda uma devoção especial desde há muito tempo. Hoje se comemora também o dia dos avós. Lembremos com carinhos deles e delas, principalmente dos inúmeros avós que, infelizmente, acabam fazendo o papel mais uma vez de pai e de mãe. Ao invés de vislumbrarem nos seus netos a continuação de sua família, por meio de uma família estruturada pelos seus filhos, são obrigados a assumir tal missão. Muitas e muitas vezes sem sentido e por pura insensatez dos primeiros filhos. Sant'Ana e São Joaquim, intercedam pelos nossos avós e por todos nós.

Dias de descanso

A todos uma bom final de dia. Estou descansando em Fortaleza. Retomando as forças para a nova atividade que vou assumir na paróquia, como também a continuação do ensino nos institutos que ensino. Parar um pouco faz bem. Daqui rezo por todos.

Comentário do Papa ao Evangelho de Domingo

A voz de quem reza une-se à da Igreja, diz Papa

Pontífice comenta o Evangelho de domingo ao recitar o Angelus
CIDADE DO VATICANO, domingo, 25 de julho de 2010 (ZENIT.org) – “Quem reza nunca está sozinho”, porque sua voz une-se à da Igreja. Foi o que afirmou Bento XVI neste domingo, ao introduzir a oração do Angelus com os peregrinos, no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo.



Referindo-se ao Evangelho deste dia, em que Jesus ensina aos seus discípulos a oração do Pai Nosso, o Papa destacou que se trata das “primeiras palavras da Sagrada Escritura que aprendemos desde crianças”. Palavras que “se imprimem na memória, moldam nossa vida, acompanham até o último suspiro”.



O Pai Nosso revela “que nós não somos filhos de Deus de maneira já completa, mas que devemos nos tornar seus filhos e sê-lo sempre mais mediante uma comunhão mais profunda com Jesus. Ser filhos se torna o equivalente a seguir Cristo”.



“Esta oração também acolhe e exprime as necessidades humanas materiais e espirituais: ‘dá-nos, a cada dia, o pão cotidiano, e perdoa-nos os nossos pecados’. E precisamente pelas necessidades e dificuldades de cada dia, Jesus exorta com vigor: ‘portanto, eu vos digo: pedi e vos será dado; procurai e encontrareis; batei e a porta vos será aberta. Pois todo aquele que pede recebe; quem procura encontra; e a quem bate, a porta será aberta’”.



Segundo o Papa, não se trata de “um pedido para satisfazer os próprios desejos, mas sim para manter viva a amizade com Deus, que – diz sempre o Evangelho – dará o Espírito Santo aos que lhe pedirem”.



“Sempre que rezamos o Pai Nosso, a nossa voz se une à da Igreja, porque quem reza nunca está sozinho. Cada fiel deverá buscar e encontrará na oração cristã o próprio caminho, o próprio modo de rezar, e se deixará conduzir pelo Espírito Santo, que o levará, por meio de Cristo, ao Pai”, disse o Papa.



Ao encerrar o Angelus, Bento XVI dirigiu-se aos peregrinos de língua portuguesa, quando saudou “especialmente o grupo de brasileiros vindos da diocese de Blumenau”.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Colaboradora do Papa pede reconhecimento da mulher da direção espiritual

Flaminia Giovannelli analisa papel da mulher da Igreja
CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 22 de julho de 2010 (ZENIT.org) - Uma das mulheres com maior responsabilidade na cúria romana propõe dar um maior reconhecimento e espaço ao papel que a mulher pode oferecer na direção espiritual.



A proposta é formulada na edição italiana de hoje do L´Osservatore Romano, jornal da da Santa Sé, por Flaminia Giovannelli, primeira mulher leiga nomeada por Bento XVI como subsecretária do conselho pontifício Justiça e Paz.



"Minha imagem da igreja é aquela na qual João Paulo II e a Madre Tereza se dão as mãos...", começa explicando Giovannelli, nascida em Roma em 24 de maio de 1948, licenciada em Ciências Políticas e Ciências Religiosas.



Esta imagem é ilustrada depois com casos concretos de vida: "Quando penso em tantas religiosas que em suas congregações, em diferentes níveis, desempenham de maneira totalmente independente papéis extraordinários, não só para exercer a caridade, mas também para gestionar patrimônios, organizar escolas e hospitais e, sobretudo, para acompanhar a vida espiritual de suas irmãs, tendo o respeito de todos por seu admirável trabalho, acho que seu valor se afirma por si mesmo".



Segundo Giovannelli, que trabalha neste dicastério vaticano desde 1974, "em alguns âmbitos eclesiais, a mulher se destaca, penso especialmente no da direção espiritual".



"Se receber o sacramento da Reconciliação é essencial para o cristão, pois o reconcilia com Deus, a direção espiritual é de importância fundamental para a sua vida: saber racionalmente que nosso pecado foi perdoado nem sempre equivale a sentir-se perdoados."



A subsecretaria vaticana exclama: "Quão importante é a ajuda de alguém para reconhecer o plano que o Senhor tem para cada um de nós. E quantas vezes esta ajuda nos vem de uma mulher, precisamente pela sensibilidade e pela afetividade que lhe são próprias".



Por isso, propõe: "Penso que atribuir importância à tarefa de acompanhamento espiritual poderia ser ao mesmo tempo um reconhecimento do papel da mulher".



No que se refere à valorização do papel da mulher na Cúria Romana, objetivo já comentado no passado pelo cardeal Tarcísio Bertone, secretário de Estado de Bento XVI, confessa: "Em meu trabalho, sempre tive a sensação de que as minhas idéias são levadas em conta precisamente porque são idéias de uma mulher, complementárias e, portanto, necessárias para alcançar um juízo objetivo sobre as questões pelas quais fui consultado".



"E isso é essencial - conclui. Isso não elimina que, segundo os organismos e a preparação das mulheres, facilitada ultimamente por seu acesso aos estudos mais propriamente eclesiásticos, estas poderiam assumir também papéis de maior responsabilidade. E é muito provável que isso aconteça."

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Reedição do livro

Gostaria de partilhar algo com todos vocês que me acompanham por este blog e caminhada, que é a reedição do meu livro. Passaram-se pouco mais de 3 meses e já vai pra segunda edição. Essa foi uma notícia surpreendente para mim. Agradeço de coração a todos que acreditaram e acreditam no meu trabalho, e especialmente aqueles e aquelas que rezam por mim. Continuemos rezando uns pelos outros.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Ausência involuntária

Nesses dias fiquei ausente daqui desse espaço. Foi involuntário. O motivo é que estive visitando meus parentes, como falei, e depois num tive como me conectar. Bom, a viagem foi excelente como já disse anteriormente. Agora tiro uns dias de descanso e aproveito para divulgar meu livro também. Estou feliz pelo desempenho do livro. No encontro foram vendidos todos, e com um detalhe: sem precisar de divulgação. Bom, vou me permitir alguns dias de descanso. Sempre que possível postarei algo. Retorno ao batente em agosto com toda força. Felicidades a todos.

Feliz Dia do Amigo (a)

Àqueles e àquelas que seguem com carinho esse blog desejo um Feliz Dia do Amigo (a). O carinho e a amizade que vocês me devotam são estímulo e alegria para a minha caminhada. Obrigado por fazerem parte da minha história. E espero realmente que com minha vida possa também ajudá-los a prosseguir com entusiasmo a vida de cada um e cada uma.

sábado, 17 de julho de 2010

Final do Congresso de Canonistas

Esses últimos dias do Congresso de Canonistas foram intensos. Estive ausente também aqui na net. Vários temas importantes foram tratados e debatidos com um nível digno do momento. A preocupação em torno de determinados assuntos hodiernos, e qual a melhor forma de ajudar a resolvê-los, foi pauta da nossa reflexão também nesse evento. Proximamente sairá um novo comentário ao Código de Direito Canônico produzido pela Sociedade Brasileira de Canonistas, que nesse ano de 2010 comemora Bodas de Prata de sua fundação. Cada dia mais o grupo vem crescendo. Hoje somos mais de 400 membros inscritos. A participação nesse Congresso foi de aproximadamente 200 pessoas. Agradeço aos que rezaram por nós nesses dias de profundo estudo e aprofundamento. No momento estou em São Paulo na casa da minha família. Aproveito para visitá-los, como também uma tia que se encontra hospitalizada e muito doente. Peço suas orações para ela. Bom fim de semana a todos.

16 Domingo do Tempo Comum

Evangelho do domingo: o protesto

Por Dom Jesús Sanz Montes, ofm, arcebispo de Oviedo
OVIEDO, sexta-feira, 16 de julho de 2010 (ZENIT.org) - Apresentamos a meditação escrita por Dom Jesús Sanz Montes, OFM, arcebispo de Oviedo, administrador apostólico de Huesca e Jaca, sobre o Evangelho deste domingo (Lc 10, 38-42), 16º do Tempo Comum.

A cena do Evangelho deste domingo acontece em uma casa muito querida por Jesus, em Betânia, onde três irmãos (Lázaro, Marta e Maria) desfrutavam de sua amizade. Dá-se um célebre diálogo entre Marta e Jesus, que não podemos ler de forma reducionista: Maria, a mulher contemplativa "que não faz nada" e Marta, a mulher ativa "que trabalha pelas duas". A partir desta visão dualista e divididora sairia o elogio de Jesus ("Maria escolheu a melhor parte") em benefício da vida contemplativa, mas contra a outra atitude representada por uma Marta muito atarefada e nervosinha.



Em uma interpretação enviesada dessa atitude, poderia parecer que Maria era uma aproveitadora, enquanto Marta era a personagem dissipada, talvez vítima do privilégio da sua irmã. Isto é, Maria escutava o Mestre e Marta pagava o preço do luxo contemplativo da sua irmã. Mas o que Jesus "rejeitava" em Marta não era sua atividade, mas que realizasse seu trabalho sem paz, com angústia e murmuração, até o nervosismo que chega a fazer esquecer a única coisa necessária, no afã de tantas outras que não o são. Portanto, Jesus não está propugnando e menos ainda elogiando a folga de "escapulir", mas a primazia absoluta da sua Palavra.



Esta cena tenta alertar-nos sobre os dois extremos que um discípulo de Jesus deveria evitar: tanto um modo de trabalhar que nos leve a esquecer do mais importante, como um modo de contemplar que nos torne inibidores daquelas tarefas que solidariamente temos que compartilhar com os outros.



Não obstante, acho que hoje corremos mais o risco de esquecer essa atitude essencial de escutar Jesus, de dedicar tempo à sua Palavra e à sua presença. Como somos filhos de uma cultura da pressa e do arrebato, do eficientismo, o que não está na moda é a gratuidade e, por isso nos custa tanto orar de verdade, e isso explicaria em boa medida como, trabalhando às vezes tanto - inclusive apostolicamente - nosso esforço e dedicação tenham em ocasiões tão pouco fruto.



A tradição cristã resumiu este ensinamento de Jesus em um binômio que recolhe a atitude do verdadeiro discípulo cristão: contemplativo na ação e ativo na contemplação. Em outras palavras, que tudo que possamos fazer responda a essa Palavra que prévia e incessantemente ouvimos e, ao mesmo tempo, que toda verdadeira escuta do Senhor nos lance não a um egoísmo piedoso, mas a um trabalho e a uma missão que construam o projeto de Deus, seu Reino.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Missa em Aparecida

Boa noite a todos. Amanhã iremos celebrar no Santuário de Aparecida. Será um momento muito importante, pois completaremos 25 anos da Sociedade Brasileira dos Canonistas. A missa será televisionada pela TV Aparecida, às 9h ao vivo. Estejam unidos e unidas conosco. Rezemos uns pelos outros.

A Igreja em Cuba

Cuba: Igreja informa nomes de outros três presos que serão libertados

Os sete primeiros libertados viajaram à Espanha
HAVANA, quarta-feira, 14 de julho de 2010 (ZENIT.org) - Enquanto o arcebispado de Havana (Cuba) publicava ontem os nomes de outros três presos que serão libertados em breve, os primeiros sete liberados foram para Espanha, em dois aviões, acompanhados de seus familiares. A exemplo destes, serão libertados outros, até completar 52, que foi o número dado pelo governo cubano após o diálogo iniciado com a Igreja no dia 19 de maio.



O arcebispo de Havana, em nota publicada nesta terça-feira por seu porta-voz, Orlando Márquez Hidalgo, dizia: "Em continuidade com o processo de libertação de prisioneiros, é informado que outros três serão libertados em breve".



Os nomes dos beneficiários da medida, segundo a nota, são: Jesús Mustafá Felipe, Omar Rodríguez Saludes e Antonio R. Díaz Sánchez.



"Desta forma - conclui a nota -, chega a 20 o número de prisioneiros que aceitaram a proposta de sair da prisão e ser levados à Espanha."



Isso é só o começo. "Todos os presos cubanos (52) serão liberados de forma gradual", garantiu nesta terça-feira, em Santander, o ministro de Assuntos Exteriores espanhol, Miguel Ángel Moratinos, que participou da ação diplomática.



Os aviões aterrissaram em Madri ontem, ao meio-dia. "Vieram acompanhados de seus familiares - de 62 a 65 pessoas. Ao chegar, eles poderão escolher o país em que desejam permanecer", concluiu Moratinos, para explicar que "todos contarão com o apoio e assistência do governo espanhol".



A Comissão Espanhola de Ajuda ao Refugiado (CEAR) e a Cruz Vermelha Espanhola lhes proporcionarão o primeiro apoio logístico. "Desfrutarão de todos os direitos, como cidadãos livres que são, para começar uma nova etapa", concluiu o ministro.



O mais importante, segundo Moratinos, é "a mensagem lançada pelo presidente cubano, Raúl Castro, para encerrar o capítulo de presos políticos em Cuba", em referência às conclusões das reuniões mantidas há vários dias em Havana pelo ministro, cardeal Jaime Ortega, e pelas autoridades da ilha.



O presidente cubano, Raúl Castro, comprometeu-se no dia 7 de julho com o cardeal Jaime Ortega e o ministro espanhol de Assuntos Exteriores, Miguel Ángel Moratinos, em libertar os 52 presos de consciência do Grupo dos 75 que estão na cadeia. Segundo o acordo, os familiares dos presos poderão retornar a Cuba livremente e não perderão suas moradias nem propriedades; porém os ex-reclusos deverão obter uma autorização para retornar.

Encontro dos Canonistas em Aparecida do Norte - Programa

PROGRAMAÇÃO

12/07/10 (segunda-feira)


MFac. de São João Gualberto,

Abade, Fundador

15:00h ‒ Recepção e entrega do material

dos Encontros

18:00h ‒ Concelebração Eucarística de

Abertura e Vésperas Presidida por S. Excia.

Revma. Dom Moacir Silva - Bispo de São

José dos Campos - SP e Membro da Comissão

Episcopal para os Tribunais Eclesiásticos

de Segunda Instância da CNBB

19:30h ‒ Jantar festivo de boas vindas

13/07/10 (terça-feira)

MFac. de Santo Henrique, Rei

7:00h ‒ Concelebração Eucarística e Laudes

Presidida por S. Excia. Revma. Dom

Paulo Mendes Peixoto - Bispo de São José

do Rio Preto – SP, Membro-Fundador da

Sociedade Brasileira de Canonistas, Moderador

do Tribunal Interdiocesano e de

Apelação e membro da Comissão Episcopal

para os Tribunais Eclesiásticos de Segunda

Instância da CNBB

8:00h ‒ Café da manhã

8:30h ‒ Tema de Estudo: Orientações para

a utilização das competências psicológicas

na admissão e na formação dos candidatos

ao Sacerdócio ‒ Padre Dr. José Nacif

Nicolau

10:00h ‒ Cafezinho

10:30h ‒ Continuação do Tema e ou Debate

12:00h ‒ Almoço

14:00h ‒ Tema de Estudo: A faculdade

especial concedida pelo Santo Padre aos

Bispos na demissão do estado clerical “in

poenam” ‒ Padre Doutor Tiago Wenceslau

Barros Barbosa Júnior

18:30h ‒ Ofício de Vésperas

19:00h ‒ Jantar Musical com Caldos

15/07/10 (quinta-feira)

Início das Celebrações do XXV

de fundação da SBC - M. de São

Boaventura, Bispo e Doutor

7:00h ‒ Ofício de Laudes

7:30h ‒ Café da manhã

8:30h - Concentração no Santuário Nacional

de Nossa Senhora Aparecida, Excelsa e

Gloriosa, Augusta Rainha e Padroeira do

Brasil (Capela de São José)

9:00h ‒ Concelebração Eucarística de Ação

de Graças no Ano Jubilar da SBC Presidida

por S. Excia Dom Raymundo Damasceno

Assis, Arcebispo Metropolitano de Aparecida,

Moderador do Tribunal Interdiocesano

e de Apelação e Presidente do CELAM)

- transmitida pela TV Aparecida

10:00h ‒ Entrega da Comenda São Raimundo

de Penyafort aos insignes:

Revmo. Padre Doutor Gervásio Fernandes de

Queiroga, ideador e sócio-fundador da SBC

Emmo. Sr. Cardeal Protopresbítero da Santa

Igreja Romana Eugênio de Araújo Sales,

fundador do Pontifiício Instituto de Direito

Canônico do Rio de Janeiro - RJ.

Revmo. Padre Doutor Jesús Hortal Sánchez,

SJ, sócio-fundador da SBC

10:30h ‒ Visita ao Tribunal Interdiocesano

e de Apelação de Aparecida

11:30h ‒ Saída para Campos do Jordão

- SP com paragem em Tremembé para o

almoço, seguido do passeio pela Cidade

(Suiça brasileira), onde se rezará o Ofício

de Vésperas e se Jantará concluindo a visita

as:

21:00h ‒ Concerto Musical no 41º Festival

Internacional de Inverno de Campos do

Jordão – SP Atenção: Preparar agasalho

pois a sensação térmica costuma ser de 0°;

após o evento retorno para Aparecida.

15:30h ‒ Cafezinho

16:00h ‒ Continuação do Tema e ou Debate

17:30h ‒ Partilha da Tese de Doutoramento:

“Visita ‘’Ad Limina Apostolorum”, sinal vivo

de comunhão, participação e corresponsabilidade

na igreja universal sob o pontificado

de bento XVI, a partir da encíclica "Deus

Caritas Est” Padre Doutor Caetano Rizzi

18:30h ‒ Ofício de Vésperas

19:00h ‒ Jantar seguido de recreação

festiva

14/07/10 (quarta-feira)

MFac. de São Camilo de Lélis,

Presbítero, Fundador

7:00h ‒ Concelebração Eucarística e Laudes

8:00h ‒ Café da manhã

8h30min ‒ Tema de Estudo: O Motu Próprio

Omnium in mentem ‒ Cônego Mestre

Carlos Antônio da Silva

10:00h ‒ Cafezinho

10:30h ‒ Continuação do Tema e ou Debate

12:00h ‒ Almoço

14:00h ‒ Tema de Estudo: A Constituição

Apostólica Anglicanorum Coetibus ‒ Padre

Mestre Severino Aléssio.

15:30h ‒ Cafezinho

16:00h ‒ Continuação do Tema e ou Debate

17:30h ‒ Partilha da Tese de Doutoramento:

A Vocação para o ministério ordenado

no campo conflitante entre aptidão e inclinação

pessoal. Um estudo a partir duma

perspectiva teológico, pastoral e canônica,

se a homossexualidade constitui um impedimento

objetivo para a ordenação ‒ Padre

Doutor Peter Josef Mettler, MSF

16/07/10 (6ª feira)

Festa de Nossa Senhora do Carmo

8:00h ‒ Café da manhã

8:30h ‒ Tema de Estudo: Homologação

das Sentenças Eclesiásticas em matéria

matrimonial nos termos da Legislação Brasileira

‒ Dr. Divaldo Roque de Meira.

10:00h ‒ Cafezinho

10:30h ‒ Continuação do Tema e ou

Debate

12:00h ‒ Almoço

14:00h ‒ Partilha da Tese de Doutoramento:

"O processo de admissão à vida consagrada

CF. Cân. 642" Padre Doutor Denilson

Geraldo, SAC

15:00h ‒ Cafezinho

15:30h ‒ XXIV Assembléia Geral da SBC

com estudo e votação das modificações

aos Estatutos cuja versão está disposta em

nosso site: www.infosbc.org.br

17:30h ‒ Lançamentos de Livros escritos

pelos Consócios

18:30h ‒ Celebração Eucarística e Vésperas

Presidida por S. Excia. Revma. Dom

Antonio Carlos Altieri, SDB, Bispo de Caraguatatuba

- SP

19:30h ‒ Jantar Festivo com Massas

17/07/10 (sábado)

M. do Bv. Inácio de Azevedo,

Presbítero e Companheiros Mártires

7:00h ‒ Celebração Eucarística e Laudes

8:30h ‒ Café da manhã

9:00h - Passeio ao lugar de nascimento

e outros significativos na vida do Religioso,

Presbítero, Santo Antônio de Santana

Galvão

12:00h ‒ Almoço/Encerramento dos Encontros

terça-feira, 13 de julho de 2010

Uma nova linguagem para anunciar o Evangelho

Necessidade de “novas linguagens” para anunciar Evangelho, constata Bento XVI

Em uma mensagem ao 11º capítulo geral dos Rogacionistas do Coração de Jesus
ROMA, segunda-feira, 12 de julho de 2010 (ZENIT.org) - Renovar formas e linguagens para anunciar o Evangelho aos homens de hoje é a indicação dada pelo Papa Bento XVI aos padres Rogacionistas do Coração de Jesus, reunidos desde o dia 5 de julho no Centro de Espiritualidade Rogate, de Morlupo, nas proximidades de Roma, para seu 1º capítulo geral.



O capítulo deste ano, que reúne 53 irmãos rogacionistas vindos da Europa, Ásia, África e América, tem como tema "A Regra de vida, expressão da consagração, garantia da identidade carismática, apoio da comunhão fraterna, projeto de missão".



O objetivo é atualizar a normativa da congregação para adequá-la aos tempos atuais, especialmente após a promulgação do novo Código de Direito Canônico.



"O grande desafio da inculturação - escreve-lhes o Papa - exige de vós hoje que anuncieis a Boa Notícia com linguagens e formas compreensíveis aos homens da nossa época, envolvidos em processos sociais e culturais em rápida transformação."



"Muitos esperam ainda para conhecer Jesus, o único Redentor do Homem, e inúmeras situações de injustiça e mal-estar moral e material interpelam os crentes", sublinha o Pontífice.



"Uma missão tão grande requer uma incessante conversão pessoal e comunitária. Somente corações totalmente abertos à ação da Graça estão capacitados para interpretar os sinais dos tempos e captar os apelos da humanidade necessitada de esperança e de paz", acrescenta.



Bento XVI convida a família rogacionista a "conservar fielmente o patrimônio espiritual transmitido por vosso fundador, Santo Aníbal Maria di Francia", que "amou a Cristo com intensidade e se inspirou sempre nele".



Exorta-os, portanto, a "seguir seu exemplo e prosseguir com alegria sua missão, válida também hoje, ainda que tenham mudado as condições sociais em que vivemos".



"Dai vossa experiência aos que têm ‘sede' de esperança; cultivai uma autêntica paixão, sobretudo pelos jovens; empenhai-vos com uma generosa atividade pastoral entre as pessoas, especialmente a favor dos que sofrem no corpo e no espírito."



O Papa conclui sua mensagem desejando que "resplandeça nos diversos campos do vosso serviço eclesial a adesão fiel a Cristo e ao seu Evangelho".

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Caritas Brasileira ajuda o Nordeste

Brasil: Cáritas reforça ajuda às vítimas das enchentes no nordeste

Parceria com Catholic Relief Services (CRS), dos EUA
BRASÍLIA, segunda-feira, 12 de julho de 2010 (ZENIT.org) - O Consulado Americano no Recife (nordeste do Brasil), através da Catholic Relief Services (CRS), destinará 100 mil dólares para auxiliar as vítimas das enchentes nos Estados de Alagoas e Pernambuco.



O recurso será administrado pela Cáritas Brasileira Regional Nordeste 2 (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte), que atuará em parceria com as Defesas Civis estaduais, além da Cáritas diocesana de Palmeira dos Índios, Cáritas arquidiocesana de Maceió e Ação Social paróquia de Palmares.



Os novos recursos serão destinados à compra de materiais de necessidades imediatas e de difícil doação, como produtos de higiene pessoal, filtros e colchões. Esse tipo de donativo será destinado às pessoas que ainda estão em abrigos.



Serão atendidas 1.500 famílias nos municípios de União dos Palmares e Quebrangulo, no Estado de Alagoas, além de Barreiros e Água Preta, em Pernambuco.



O critério de escolha dos quatro municípios levou em consideração a situação mais alarmante entre as cidades atingidas pelas enchentes.



A Cáritas Brasileira Regional Nordeste II e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil Regional Nordeste 2 (CNBB-NE2) realizam uma campanha de emergência – “SOS Pernambuco e Alagoas” – em favor dos atingidos pelas chuvas.



Em decorrência das chuvas e enchentes de junho nessa região do nordeste brasileiro, no Estado de Alagoas há 26.618 mil desabrigados, 47.897 mil desalojados. 37 pessoas morreram. Em Pernambuco, há 26.966 mil desabrigados, 55.643 mil desalojados. Houve 20 mortes.



Em Alagoas, quatro municípios decretaram situação de emergência, e 15, estado de calamidade pública. No Estado de Pernambuco, 27 decretaram situação de emergência e 12 estão em estado de calamidade pública.



Na internet: http://www.caritas.org.br/

Quase viajando

Bom dia a todos. Estou na sala de embarque do aeroporto de Recife. Daqui a pouco iremos pra São Paulo, se Deus quiser. O clima aqui em Recife está agradável, mas em São Paulo parece que está um pouco frio. Bom, estou preparado pra ambos. Vou dando notícias. Rezemos uns pelos outros.

domingo, 11 de julho de 2010

Encontro dos Canonistas em Aparecida do Norte

Amanhã estarei viajando à Aparecida do Norte, para participar do Encontro dos Canonistas. É um momento de encontro, mas também de estudo e aprofundamento de diversos temas relacionados à justiça. Rezemos por esse momento e para que dê tudo certo. Na segunda 19 de julho vou dar uma entrevista na Rádia Milícia da Imaculada, em São Paulo, se Deus quiser.

Intervenção do Papa por ocasião do Ângelus de hoje

Programa do cristão é ajudar a quem precisa


CASTEL GANDOLFO, domingo, 11 de julho de 2010 (ZENIT.org) - Publicamos a intervenção que Bento XVI pronunciou hoje, ao meio-dia, ao rezar a oração mariana do Ângelus, junto aos peregrinos reunidos no pátio do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo.


Queridos irmãos e irmãs:



Há alguns dias, como podeis ver, deixei Roma por ocasião da minha estadia de verão em Castel Gandolfo. Agradeço a Deus por me oferecer a oportunidade de descansar. Aos queridos habitantes desta belíssima localidade, à qual volto sempre com prazer, dirijo minha cordial saudação.



O Evangelho deste domingo começa com a pergunta de um doutor da Lei a Jesus: "Mestre, que devo fazer para receber em herança a vida eterna?" (Lc 10, 25). Sabendo que era especialista nas Sagradas Escrituras, o Senhor convida esse homem a dar, ele mesmo, a resposta - que formula perfeitamente, citando os dois principais mandamentos: amar a Deus com todo o coração, toda a mente e todas as forças, e o próximo como a si mesmo.



Então, o doutor da Lei, talvez justificando-se, pergunta: "E quem é o meu próximo?" (Lc 10, 29). Desta vez, Jesus responde com a famosa parábola do "Bom Samaritano" (cf. Lc 10, 30-37), para indicar que cabe a nós fazer de qualquer pessoa que tenha necessidade de ajuda nosso "próximo". O samaritano, de fato, atende o desconhecido que os ladrões deixaram meio morto pelo caminho, enquanto um sacerdote e um levita haviam seguido adiante, pensando talvez que se contaminariam se entrassem em contato com seu sangue, segundo o preceito.



A parábola, portanto, deve nos levar a transformar nossa mentalidade segundo a lógica de Cristo, que é a lógica da caridade: Deus é amor e prestar-lhe culto significa servir os irmãos com amor sincero e generoso.



Esta narração evangélica oferece a "unidade de medida", isto é, a universalidade do amor que se dirige ao necessitado encontrado "por acaso" (cf. Lc 10, 31), seja ele quem for (encíclica Deus caritas est, 25). Junto a esta regra universal, dá-se também uma exigência especificamente eclesial: precisamente na Igreja como família, "não deve haver ninguém que sofra por falta do necessário" (ibidem). O programa do cristão, aprendido do ensinamento de Jesus, é "um coração que vê" onde há necessidade de amor, e que atua em coerência (cf. Ibidem, 31).



Queridos amigos: desejo recordar também que hoje a Igreja celebra São Bento de Núrsia, o grande padroeiro do meu pontificado, pai e legislador do monaquismo ocidental. Ele, como narra São Gregório Magno, "foi um homem de vida santa (...), de nome e pela graça" (Dialoghi, II, 1: Bibliotheca Gregorii Magni IV, Roma 2000, p. 136). "Escreveu uma Regra para os monges (...), espelho de um magistério encarnado em sua pessoa: de fato, o santo só pôde ensinar como viveu" (ibidem, II, XXXVI: cit., p. 208). O Papa Paulo VI proclamou São Bento como padroeiro da Europa, no dia 24 de outubro de 1964, reconhecendo a maravilhosa obra que ele desempenhou na formação da civilização europeia.



Confiemos a Nossa Senhora nosso caminho de fé, em particular neste tempo de férias, para que nossos corações jamais percam de vista a Palavra de Deus e os irmãos em dificuldade.
[Tradução: Aline Banchieri.
©Librería Editrice Vaticana]

Evangelho do domingo: vai e faze a mesma coisa

Por Dom Jesús Sanz Montes, ofm, arcebispo de Oviedo
OVIEDO, sexta-feira, 9 de julho de 2010 (ZENIT.org) - Apresentamos a meditação escrita por Dom Jesús Sanz Montes, OFM, arcebispo de Oviedo, administrador apostólico de Huesca e Jaca, sobre o Evangelho deste domingo (Lc 10, 25-37), 15º do Tempo Comum.


Neste domingo, a Igreja nos proclama uma das passagens evangélicas que Charles Péguy qualificava de “descaradas”, porque parece que Deus perde a vergonha ao nos mostrar seu coração. De mestre a mestre, um letrado vai até Jesus, não para aprender d’Ele, mas “para pôr Jesus em dificuldade”. Um falso interesse veio desvelar sua mais crassa ignorância: “Quem é o meu próximo?”. Então Jesus contará a comovente parábola do bom samaritano.



Há um homem ferido, meio morto depois de ser espancado por assaltantes. Sobre esse cruel cenário vão passando diferentes personagens, manifestando a qualidade do seu amor, a caridade do seu coração. Neste exemplo de Jesus, ficou bem claro até que ponto a “lei pode matar”, como há cumprimentos que são apenas torpes evasões: cumpro e minto.



O último personagem diante do cenário comum será um samaritano, alguém que não entende de leis nem de distinções. Ele vê um pobre maltratado e... não sabe mais. Alguém que certamente jamais havia pensado em que fazer para herdar a vida eterna, mas que seria o único dos atores que tinha entendido a Lei.



Observemos os verbos empregados: chegou perto dele, viu, sentiu compaixão, aproximou-se, fez curativos, colocou o homem em seu próprio animal, levou-o a uma pensão, cuidou dele, pagou os gastos... Estes verbos não lembram as atitudes do pai da parábola do filho pródigo? Estando ainda longe, seu pai o vê, sente compaixão, corre até ele, abraça-o, beija-o efusivamente e faz uma festa em sua homenagem.



Aquele samaritano foi para seu irmão próximo o que esse pai para seu filho pródigo. Nós, conhecedores da revelação da misericórdia que nos foi manifestada em Jesus Cristo, podemos correr o risco de não entender nada do cristianismo se, ao perguntar-nos legitimamente sobre o que fazer para entrar no céu, nós o fizermos evadindo-nos da terra, da dor de Deus que Ele quer sofrer em tantos dos seus filhos pobres, doentes, marginalizados, torturados, expatriados, assassinados, silenciados...



Ser cristão é ter o coração de Deus, isto é, viver com misericórdia. Ser próximo, para o cristão, é praticar a misericórdia com cada pessoa que está perto, seja quem for. E o que Jesus acrescentou naquele então, hoje repete a nós: vai e faze a mesma coisa.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Nova faculdade de teologia no Nordeste - Natal - RN

O ministro da Educação, Fernando Haddad, assinou a portaria 875, de 5 de julho de 2010, credenciando a Faculdade Dom Heitor Sales, da arquidiocese de Natal (RN). A portaria foi publicada no Diário Oficial da União, no último dia 6.



Segundo o consultor acadêmico e assessor da Faculdade, padre João Medeiros Filho, num prazo de 30 dias deverá ser realizado vestibular para os cursos de licenciatura em Filosofia e de bacharela em Teologia. O curso de Filosofia terá duração de sete períodos e o de Teologia terá oito. "Além desses dois cursos, a instituição também poderá oferecer pós-graduação lato sensu em Metodologia do Ensino Religioso e em Direito Canônico", disse padre João Medeiros.



A Faculdade terá como diretor monsenhor Lucas Batista Neto; vice-diretor, padre Vicente Laurindo, e o secretário será Washington Carlos de Lima. A instituição funcionará no prédio do Instituto de Teologia Pastoral de Natal - ITEPAN, situado na Av. Câmara Cascudo, na Cidade Alta, em Natal.

Cenário inacreditável!!!

Estou neste momento em Catende, minha cidade. O cenário aqui está tranquilo. Aos poucos a cidade vai voltando ao normal, embora tenha sido atingida em Palmares e Barreiros estão piores demais as coisas. No entanto, pelo caminho vi o leito do rio Una. Devo dizer que está horrível o percurso do rio. Não fui a Palmares, mas já soube que lá está terrivelmente pior do que Catende. Muitos desabrigados e pessoas sem saber o que fazer. Graças a Deus, muitos estão ajudando. Rezemos e continuemos colaborando.

Sacerdócio - Dom de Deus (2)

Um livro sobre sacerdotes heróicos oferece testemunhos preciosos

Entre os protagonistas figura missionário inglês no Brasil
ROMA, quinta-feira, 8 de julho de 2010 (ZENIT.org) - Sacerdote inglês cuja obra missionária na Amazônia lhe valeu um posto num livro em honra ao “clero heróico”, Pe. Peter Shekelton falou de sua experiência na cerimônia de lançamento da edição em língua portuguesa do texto, realizada em 17 de junho na igreja do Santíssimo Sacramento em Lisboa.



O livro “Sacerdotes Heróicos”, publicação da seção portuguesa da associação humanitária internacional Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), é uma tradução da versão original em língua inglesa, “Heroic priests”.



Pe. Peter Shekelton – ex-bombeiro da cidade de Londres – ofereceu um testemunho de sua missão em uma das regiões mais remotas do Brasil.



Catarina Martins, diretor nacional da AIS Portugal, sublinhou a importância da participação do sacerdote no evento, tendo em vista o apoio que a instituição oferece ao seu ministério, inclusive fornecendo o combustível para o barco que utiliza para visitar as comunidades ribeirinhas da Amazônia.



“É o único sacerdote que visita aquela região, uma vez ao ano – explicou Martins. Com o apoio de um grupo de jovens, organiza a evangelização da população local.”



Pe. Shekelton trabalha também em São Paulo, evangelizando nas favelas da metrópole. No verão, visita as comunidades ao longo do rio Arari, um dos afluentes do Amazonas, pregando o Evangelho e levando os Sacramentos aqueles que não tem acesso a um sacerdote. A cada, ano, Pe. Shekelton visita mais de 30 povoados na Bacia Amazônica.



Discursando na ocasião do lançamento do livro, Pe. Shekelton descreveu como, quando iniciou suas vistas na região em 2003, a missa não era celebrada há dois ou três anos - um dos vilarejos próximos ao lago Canaçari não via um sacerdote há 5 anos.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Nomeação do Papa para o Brasil

RENÚNCIA do bispo de Viana (BRASIL) E nomeação do sucessor
Papa Bento XVI aceitou a renúncia da diocese de Viana (Brasil) , apresentada pelo HE Bispo Xavier Gilles de Maupeou de Ableiges , em conformidade com o cân. 401 § 1 do Código de Direito Canônico .



O Santo Padre nomeou bispo de Viana (Brasil) Rev.do Bispo Sebastião Lima Duarte, agora Vigário Geral da Diocese de Zé Doca.



Rev.do Bispo Sebastião Lima Duarte



O Rev.do Bispo Sebastião Lima Duarte nasceu 03 de abril de 1964 em Carutapera na Diocese de Zé Doca, no Estado do Maranhão.



Ele completou os seus estudos eclesiásticos no Instituto de Estudos Superiores do Maranhão (1985-1991) e depois a Roma , obteve a licenciatura em patrística Instituto Patrístico " Augustinianum " (1995-1998).



Ele foi ordenado sacerdote 30 de novembro de 1991 e está articulada ao clero da Diocese de Zé Doca , no qual ocupou os seguintes cargos: Pastor da Catedral de dois períodos, o Administrador diocesano (2002-2004) , Coordenador da Pastoral Diocesana do Reitor Major , Coordenador do Seminário de Liturgia Pastoral , Professor de História da Igreja Antiga e do Instituto Patrístico de Estudos Superiores do Maranhão. É atualmente o Vigário Geral e Pároco "São Sebastião de Carutapera .
[ 01030-01.01 ]
[ B0451 - XX.01 ]

Cristãos mais uma vez perseguidos

Vaticano denuncia que cristãos são o grupo religioso mais perseguido

Na Organização para a Segurança e Cooperação na Europa
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 6 de julho de 2010 (ZENIT.org) - Os cristãos se tornaram o grupo religioso mais perseguido no mundo, segundo denunciou a Santa Sé na Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE).



Porta-voz da denúncia foi o bispo Mario Toso, secretário do Conselho Pontifício Justiça e Paz, quem esteve à frente da delegação da Santa Sé durante a conferência sobre a tolerância e a não-discriminação, organizada pela presidência cazaque da OSCE entre os dias 29 e 30 de junho. O texto foi divulgado pela edição italiana do L'Osservatore Romano de 7 de julho.



Esta conferência da OSCE - organização conformada atualmente por 56 Estados participantes, todos eles da Europa, Ásia Central e América do Norte (Canadá e Estados Unidos) - prestou particular atenção à discriminação contra os cristãos e membros de outras religiões.



"Com o crescimento da intolerância religiosa no mundo, está amplamente documentado que os cristãos são o grupo religioso mais discriminado", começou alertando o representante pontifício.



E acrescentou: "Mais de 200 milhões deles, pertencentes a confissões diferentes, encontram-se em situações de dificuldade por causa das instituições e dos contextos legais e culturais que os discriminam".



Antes de mais nada, deixou claro que os cristãos não são discriminados somente onde são minoria, mas se comprova que, às vezes, seus direitos fundamentais são reduzidos inclusive quando são maioria.



Também quanto à OSCE, afirmou Dom Toso, em alguns países se dão ainda "leis intolerantes e inclusive discriminatórias" contra crentes. "Há episódios repetidos de violência, inclusive assassinatos de cristãos."



"Persistem restrições irracionais contra a liberdade de opinião e de adesão a uma confissão e à respectiva comunidade religiosa, assim como contra a importação e distribuição de material religioso", continuou denunciando.



"Há também ilegítimas interferências em sua autonomia organizativa. Dessa forma, exercem-se indevidas pressões sobre as pessoas que trabalham na administração pública, obstaculizando sua liberdade de expressão segundo sua consciência."



"Com frequência, a educação cívica acontece sem o devido respeito pela identidade e pela fé dos crentes. Registram-se, além disso, sinais claros de oposição ao reconhecimento do papel público da religião", constatou.



Por este motivo, sublinhou o prelado, "a Santa Sé está convencida de que a comunidade internacional deveria lutar contra a intolerância e a discriminação dos cristãos com a mesma determinação com que luta ou lutaria contra o ódio a todas as comunidades religiosas".



Por outro lado, sublinhou, "os meios de comunicação tampouco ficam isentos de atitudes de intolerância e, em alguns casos, de preconceito com relação aos cristãos e crentes em geral".



"Um autêntico pluralismo nos meios de comunicação exige uma correta informação sobre as diferentes realidades religiosas, assim como a liberdade de acesso aos meios para as próprias comunidades religiosas."



No respeito à liberdade de pensamento e expressão, pediu que fossem adotados "mecanismos e instrumentos contra a manipulação dos conteúdos e símbolos religiosos, assim como contra as manifestações de intolerância e de ódio contra os cristãos e todos os crentes".



O representante vaticano felicitou a OSCE por ter-se tornado uma das instituições internacionais pioneiras na defesa da liberdade religiosa.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Nova moradia...

Aos acompanhantes deste blog é com carinho que comunico que estou em nova moradia. Uma paróquia em Cruz de Rebouças, na cidade de Igarassú, onde se encontra a Igreja mais antiga do Brasil. Estou com dificuldades de conexão, pois a nova moradia não tem ainda internet. Estou gostando e entusiasmado com a nova experiência e espero que tudo corra bem. Rezemos uns pelos outros.

domingo, 4 de julho de 2010

Capela Papal para a Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo , 2010/06/29

Capela Papal para a Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo

Na 09h30 de hoje , Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, Bento XVI preside na Basílica Vaticana concelebraram a Eucaristia com 38 arcebispos metropolitanos aos quais, durante o rito sagrado Palli exige a tomada de Confissão de São Pedro .



Como de costume, a Festa dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, Padroeiros da cidade de Roma , está presente na missa, uma delegação do Patriarcado Ecuménico de Constantinopla, que consiste em: Sua Eminência Gennadios ( Limouris ), Metropolitana de Sassima , SE Bartholomew ( Kessidis Ioannis ), bispo de Arianzós , Assistente Metropolitana da Alemanha Theodoros Rev.do Diácono Meimaris da Sé Patriarcal de Fanar.



Após a leitura do Evangelho e antes do rito da bênção e imposição de Palli a arcebispos metropolitanos , Homilia do Papa. Citamos o seguinte texto:





HOMILIA DO SANTO PADRE



Queridos irmãos e irmãs !



Os textos bíblicos deste Liturgia Eucarística da Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, em sua grande riqueza , para destacar um tema que poderia ser resumido assim: Deus está perto de seus servos fiéis e os liberta de todo mal , a liberdade ea Igreja os poderes negativos . E ' o tema da liberdade da Igreja , que tem um aspecto histórico e outro mais profundamente espiritual.



Este tema é executado através de Liturgia de hoje do Word. A primeira ea segunda leituras falam , respectivamente, de São Pedro e São Paulo , enfatizando justamente a ação libertadora de Deus contra eles. Especialmente o texto da Atos descreve com muita especial de intervenção do anjo do Senhor, que derrete Pedro das cadeias e leva -lo fora da prisão em Jerusalém, onde ele havia trancado , sob a estreita supervisão , o rei Herodes (cf. Atos 12,1-11 ). Paulo, entretanto , escrevendo a Timóteo , quando perto do fim desta vida terrena, faz um balanço que mostra que o Senhor estava sempre por perto e libertou-o dos perigos e muitos ainda entregá-lo em seu Reino eterno ( ver 2 Tim 4, 6-8.17-18 ). O tema é reforçado pelo Salmo Responsorial (Sal 33), e um desenvolvimento especial também está no Evangelho de confissão de Pedro , onde Cristo promete que os poderes do inferno não prevalecerão contra sua Igreja (cf. Mt 16:18).



Olhando bem se sabe, sobre este assunto, uma certa progressão . Na primeira leitura, é narrado um episódio específico que mostra a intervenção do Senhor para libertar Pedro da prisão no segundo Paulo , a partir de sua extraordinária experiência apostólica, está convencido de que o Senhor, que já lançou " da boca do leão " entregá-lo " de todo o mal "Ao abrir as portas do Céu , no Evangelho , mas já não falar dos Apóstolos individual , mas a Igreja como um todo e sua relação com as forças de segurança do mal , projetado amplo e profundo. Assim, vemos que a promessa de Jesus - " os poderes do inferno não prevalecerão " sobre a Igreja - sim , incluindo a experiência histórica da perseguição sofrida por Pedro e Paulo e de outras testemunhas do Evangelho, mas vai mais longe , querendo proteger especialmente contra as ameaças de espiritual, como Paulo escreve na mesma Efésios"Porque não temos que lutar contra carne e sangue , mas contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as hostes espirituais da maldade nos lugares altos "(F 6.12) .



Com efeito, se pensarmos de dois milênios de história da Igreja, podemos ver que - como ele havia anunciado o Senhor Jesus (cf. Mt 10,16-33 ) - nunca perdi os testes para os cristãos , que em alguns períodos e locais assumiram o caráter de perseguição real. Estes , no entanto, apesar do sofrimento que eles causam , e não o maior perigo para a Igreja. O maior dano , de fato, ela sofre o que contamina a fé ea vida cristã dos seus membros e suas comunidades, o que afecta a integridade do corpo místico , enfraquecendo a sua capacidade de profecia eo testemunho da beleza da névoa face. Esta realidade já está comprovada dall'epistolario Pauline . O Primeira Carta aos CoríntiosPor exemplo, respostas para alguns problemas de suas divisões, contradições, de infidelidade ao Evangelho, que ameaçam seriamente a Igreja. Mas o Segunda Carta a Timóteo - Nós ouvimos uma canção - sobre os perigos do "últimos dias" , identificando-se com atitudes negativas que pertencem ao mundo e pode infectar a comunidade cristã : o egoísmo , a vaidade , o orgulho , o amor do dinheiro, etc (ver ponto 3.1 - 5). O Apóstolo é reconfortante conclusão : os homens que fazem o mal - escreve ele - " não vai muito longe , porque a sua insensatez será manifesta a todos " (3.9). Há, portanto, uma garantia da liberdade garantida por Deus à Igreja , é a liberdade das matérias títulos que procuram evitar ou coagir a missão , tanto os males espirituais e morais , que podem afetar a autenticidade e credibilidade.



O tema da liberdade da Igreja , garantido por Cristo a Pedro , também um interesse específico para o rito da imposição do pálio , que agora está renovada para trinta e oito arcebispos metropolitanos, a quem dirijo a minha saudação mais cordial , estendendo-o com carinho a todos aqueles que queria acompanhá-los nesta peregrinação . Comunhão com Pedro e seus sucessores , na verdade, é a garantia de liberdade para os Pastores da Igreja e da Comunidade para o mesmo para eles. É em ambos os pisos destaque nos debates anteriores . Historicamente , a união com as Igrejas Apostólicas, e para garantir a liberdade de Conferências Episcopais, em relação ao local, nacional ou supranacional , que por vezes pode dificultar a missão da Igreja . Além disso, e mais essencialmente , o ministério petrino é uma garantia de liberdade no sentido da plena adesão à verdade e à verdadeira tradição , de modo que o povo de Deus são preservados de erro sobre a fé ea moral. Daí o fato de que a cada ano , os metropolitas novos estão em Roma para receber o pálio das mãos do Papa deve ser entendido em seu sentido próprio , como um gesto de comunhão, ea questão da liberdade da Igreja nos dá uma pista especialmente importante . Isto é evidente no caso das igrejas marcada pela perseguição, ou sujeitas a interferências políticas ou outras dificuldades. Mas isso não é menos relevante no caso da comunidade que sofre a influência de doutrinas erróneas ou tendências ideológicas e práticas contrárias ao Evangelho. Assim, o pálio, torna-se, neste sentido, uma promessa de liberdade, como o "jugo" de Jesus, que Ele chama a tomar , cada um em seus ombros (ver Mt 11:29-30). Conforme o mandamento de Cristo - até o mais exigente - é "doce e leve " e, em vez de pesar sobre o utente , a atração , assim que o vínculo com a Sé Apostólica - até o mais exigente - Apoia o Pastor ea porção da Igreja confiou à sua atendimento , tornando-os mais livres e mais fortes.



A declaração final que eu gostaria de chamar a partir da Palavra de Deus, sobretudo pela promessa de Cristo de que os poderes do inferno não prevalecerão contra sua Igreja. Estas palavras também podem ter um importante valor ecumênico , já que, como já referi anteriormente , um dos efeitos típicos do Maligno é realmente a divisão no seio da comunidade eclesial. As divisões são na verdade os sintomas do poder do pecado, que continua a agir nos membros da Igreja , mesmo após o resgate. Mas a palavra de Cristo é clara: "Não praevalebunt - não prevalecerão "(Mt 16:18). A unidade da Igreja está enraizada na sua união com Cristo, ea causa da plena unidade dos cristãos - ser sempre procurado e renovada de geração em geração - é bem suportado por sua oração e sua promessa . Na luta contra o espírito do mal , que Deus nos deu em Jesus, o " advogado- defensor , e depois da Páscoa , " outro Paráclito "(cf. Jo 14:16), Espírito Santo , que permanece conosco para sempre e conduz a Igreja para a plenitude da verdade (cf. Jo 14,16 , 16,13 ) , que também é a plenitude da caridade e da unidade. Com estes sentimentos de esperança confiante, tenho o prazer de saudar a delegação do Patriarcado de Constantinopla, que, no belo costume de visitas recíprocas , participar nas celebrações dos santos patronos de Roma. Juntos, damos graças a Deus para o progresso nas relações ecumênicas entre católicos e ortodoxos , e renovar o compromisso de pagar generosamente à graça de Deus , levando-nos à comunhão plena .



Caros amigos, saúdo cordialmente a todos vós : cardeais, bispos Brother, embaixadores e autoridades civis , em especial o prefeito de Roma, sacerdotes, religiosos e fiéis leigos. Obrigado por sua presença. São Pedro e São Paulo vão começar a amar mais e mais a Santa Igreja, Corpo Místico de Cristo, o Senhor e mensageiro de unidade e paz para todos os homens. Também começa a oferecer com alegria para a sua santidade e missão dificuldades e sofrimentos suportados por fidelidade ao Evangelho . A Virgem Maria, Rainha dos Apóstolos e Mãe da Igreja , sempre cuidar de você , especialmente o Ministério da arcebispos metropolitanos. Com a sua ajuda divina , podemos viver e agir sempre que a liberdade que Cristo venceu. Amen .
[ 00969-01.02 ] [Texto original : Italiano]

Depois da celebração, o Santo Padre Bento XVI eo metropolita ortodoxo Gennadios abaixo da confissão de São Pedro para uma breve oração .
[ B0429 - XX.02 ]

São Pedro e São Paulo, rogai por nós!

Meditação - do 14 Domingo do Tempo Comum

Evangelho do domingo: portadores de paz

Por Dom Jesús Sanz Montes, ofm, arcebispo de Oviedo
OVIEDO, sexta-feira, 2 de julho de 2010 (ZENIT.org) - Apresentamos a meditação escrita por Dom Jesús Sanz Montes, OFM, arcebispo de Oviedo, administrador apostólico de Huesca e Jaca, sobre o Evangelho deste domingo (Lc 10,1-12.17-20), 14º do Tempo Comum.


O Evangelho de Lucas continua narrando essa viagem, vai subindo a Jerusalém. Jesus, como enviado do Pai, veio para trazer aos homens uma maneira nova de viver e conviver, entre si e diante de Deus - algo que o pecado frustrou. A vida humana se tornou complexa e hostil, muito distante do projeto amoroso de Deus, que a ofereceu a nós como um caminho harmônico e inocente. No entanto, o pecado não pôde arrancar do coração humano o imenso desejo de habitar um mundo de beleza e de construir uma história bondosa. Mas a crônica diária atribui ao homem a incapacidade de realizar este caminho pelo qual, no fundo, seu coração continuava ansiando. Jesus veio para responder a esse drama humano, rompendo o fatalismo de todos os seus becos sem saída. A vinda de Jesus é a chegada do Reino de Deus, o começo da possibilidade para os homens de ser verdadeira e apaixonadamente humanos, o início dessa outra história na qual coincidem os caminhos de Deus e os do homem. Não obstante, o Senhor não quis realizar tudo nem realizá-lo sozinho. Por isso, consciente de que é muito o trabalho e poucos os operários, convidará a pedir ao dono da messe que envie mais mãos, mais corações, que vão preparando a crescente chegada desse Reino.



O Senhor envia seus discípulos aos caminhos do mundo, às casas dos homens, irmãos, para fazer-lhes chegar a grande mensagem, o grande acontecimento: o Reino de Deus chegou, já se aproxima, está muito perto. E, com ele, terminam todos os nossos pesadelos para dar começo a esse sonho belíssimo que Deus nos confiou como tarefa e que, como ânsia infinita, colocou em nosso ferido e inquieto coração.



Como àqueles discípulos, também nós somos enviados para anunciar o mesmo Reino de Deus, de modo que aquilo que aconteceu naquele então continue acontecendo. Não anunciamos uma paz de supermercado, uma paz que se negocia e pacta como ferramenta política, mas uma paz que é uma Vida, um Nome, um Rosto concreto: Deus conosco, em nós e entre nós. Porque não anunciamos uma paz nossa, nem a que o mundo pode nos dar, mas a que Deus nos oferece e nos confia, a paz que nasce da verdade, da justiça, da liberdade, do amor.



Portadores da paz do Reino de Deus: é isso que o Senhor quis confiar a nós como uma herança imensa e uma tarefa repleta de desafio e entusiasmo.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Futebol...

Hoje é dia de mais um jogo do Brasil. Em todos os meios de comunicação social falam que somos o país do futebol. Esse período se respira, se vive, se pensa somente futebol. O esporte é algo bom? Sim! Mas, num deveria ser tudo na dosagem certa? Por que, então, nos é dado uma overdose? Ou como há um dito popular, é-nos dado uma dose de elefante, isto é, desproporcional. Será que não há interesses por trás de todo esse exagero? Não desconsidero o momento, pois é sempre uma ocasião de convivência, divertimento etc. No entanto, não podemos parecer pessoas simplesmente manipuláveis por uma mídia e outras instâncias diversas que, não visa outra coisa, senão dinheiro e interesses pessoais. É inacreditável como há pessoas que nesse tempo não conseguem se dominar. E vc o que acha disso? Qual sua posição?