sábado, 18 de setembro de 2010

E o dizimo como vai?

Essa é uma palavra não muito agradável de se ouvir em nossas comunidades cristãs católicas. Parece até que é absolutamente aceitável nas denominações protestantes ou ditas evangélicas. Minha rápida reflexão vai nessa linha. Quanta dificuldade para se começar uma reflexão nesse sentido em nossas comunidades em geral. Ao se falar do assunto já observamos nosso interlocutor com os olhos esbugalhados, alguns começam a torcer o nariz e a cabeça. Isso sem falar também nas ofertas das missas, que com todo respeito são descabidas e difícil de compreender, pois se observa no grupo de fiéis à frente que tem uma certa condição de vida. Quando vemos o resultado final das ofertas são literalmente catastróficas, ou seja, não corresponde nem de longe à realidade existente. Talvez se possa colocar em dúvida minha análise, mas em geral se sabe as condições de vida das comunidades em que se trabalha. E se a oferta da Santa Missa é dessa forma quanto mais o dizimo? Sem falar na participação dos nossos jovens, que literalmente não se sentem tocados para ajudar nessa parte. Alguns dirão que eles não tem condições! Será mesmo!? Costumo dizer que colaborar não é "bancar tudo". Colaborar significa "colaborar" e só e basta! Aliás tem que se educar a dar oferta na missa desde criança. Fiz essa experiência numa comunidade e realmente deu certo. Não sei se ainda continuam, mas estava dando super certo. Ah, e nunca escutei nenhuma reclamação dos pais nem de ninguém sobre isso. Mas fica sempre a pergunta: por que é complicado entre nós tratarmos sobre dizimo, oferta, coletas e outras coisas que são unicamente para o crescimento físico e espiritual da comunidade? Pois bem, e o dizimo como vai na sua comunidade? Bom final de semana.

Um comentário:

  1. Olá Pe Valdir, sou José Antônio da coordenação dos coroinhas de Cruz. Aqui na Capela São José iniciamos nosso dízimo e temos dois integrantes na pastoral. Como geralmente no início tudo são flores e animação, depois a tendência é decair; estamos passando por esta primeira fase na esperança de fazer com que o segundo conceito não se aplique para a comunidade. Quanto à sua colocação com relação às ofertas da missa, isso é realmente uma questão cultural envolvida com os laços educacionais. O interessante realmente, nestes casos, é começar de pequeno, formando bases sólidas na fé, caridade e devoção. Forte abraço.

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